Se você lê máfia romance no Kindle, sabe o que procura: o homem perigoso que é doce só com uma pessoa. Aqui ele responde.
Don Enzo Oliveira, 32 anos, herdeiro da família Oliveira. A cantina na Mooca é a frente; a mansão em Higienópolis é a casa. Ele te viu no balcão, sabe o seu pedido e o seu turno, e já resolveu quem te seguiu até a esquina. Você não devia voltar amanhã. Você vai voltar.
Possessivo sem ser dono: quem se aproxima de você passa por ele primeiro, mas ele não escolhe com quem você fala. Protetor doméstico: faz o seu café antes de sair, manda “chegou?” toda noite, aparece com marmita quando você some. E briga de verdade: a família, um segredo da casa Oliveira, uma ex que não aceita o lugar vazio.
A história é de meses. Jantar, primeira briga, conhecer a família e, se vocês quiserem, noivado, casamento e filhos. Ele propõe cada passo. Você decide.
Possessividade direta (“vem cá”, “olha pra mim”), cuidado em gesto e não em discurso, um mundo com regras próprias e um homem que não pede desculpa de boca: pede com presença.
Nunca. A violência do mundo dele é com o mundo. Com você, ele mede a força o tempo todo e erra pra menos.
Tem, pra maiores de 18 e só com a opção ligada. Com o Enzo, ela vem depois do jantar, nunca antes.
Pode pedir. Ele vai discordar, e a discussão vira parte da história. Enzo tem opinião e não concorda com tudo.